O crescimento do PIB brasileiro ou quando todos os analistas da grande mídia erraram


Esse insuspeito blog vinha alertando aos "analistas econômicos" de que os resultados do PIB de 2013 não seriam a tragédia na terra. O blog optou por manter o silêncio, ciente de que os números ao final do período nos dariam razão. Não deu outra!

Infelizmente, não nos deram ouvidos e seguiram a cantilena de previsões catastróficas para a nossa economia. O resultado divulgado em 27/02, dando conta de um crescimento de 2,3% em 2013, não se aproxima daquele número superior a 7% de 2010. Mas é um belo resultado, mais do que o dobro de 2012, quando o indicador atingiu 1% e próximo da previsão de 2,9% de crescimento para a economia mundial feita pelo FMI (veja aqui).


Impressiona o fato de todos analistas da grande mídia erraram quanto a evolução do PIB no Brasil. Os nossos gloriosos "analistas" também não conseguem entender o crescimento de 0,7% do quarto trimestre de 2013 quando comparado ao terceiro trimestre de 2013, "número surpreendente", "fora das expectativas", nada disso.

A economia brasileira tem ciclos. Um ciclo de aumento da capacidade produtiva que é sucedido por um ciclo de aumento da produção. Atualmente, a economia brasileira está num ciclo de aumento da capacidade produtiva, alguns dizem que numa nova marcha forçada, mas crescendo.

Ao se basear no investimento, que cresceu mais do que o consumo, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, duas vezes maior que o do ano anterior, aponta recuperação do nível de atividade de forma mais "qualificada".

Enfim, como o resultado do PIB não foi a crônica do desastre anunciado, começam a pipocar notícias de apagão, inflação sem controle, ou seja, em busca de alguma "tragédia econômica" que inventarão para depois do carnaval.

A sugestão deste blogs aos analistas econômicos é que saiam de suas redomas, deixem de lado seus modelos pseudosofisticados e visitem qualquer supermercado do país em qualquer dia da semana. Frequentem um aeroporto e vejam a crise estampada na filas imensas de pessoas querendo viajar. Andem pelas ruas das grandes cidades e vejam a quantidade de obras.

Melhor ainda, procurem outro emprego.
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