Terrorismo econômico


Por Cornelius Buarque

Diversos analistas “independentes” tem praticado diversos atos de terrorismo econômico. Usam expressões como bomba-relógio, passivo estrutural e alguns mais assanhados usam os termos "fim do Brasil".

Analisando friamente os diversos fundamentos das teses apresentadas, vemos que o único consenso entre os diversos “analistas” é a existência de uma inflação represada de mais ou menos 2% para 2015.


Ah bom. Achei que o País estivesse próximo de assinar um acordo com o FMI como ocorreu em 1998 no Governo FHC. Grande estelionato por sinal, o acordo foi assinado após o segundo turno das eleições.

Ou fosse aquilo que aconteceu em 2002, onde tínhamos apagão e os quatro presidenciáveis com chances tiveram que assinar previamente um acordo com o FMI junto com o FHC antes da eleição.

Os mesmos “analistas independentes” previram um apagão em 2007 que não aconteceu e outro agora, em 2014. Como o apagão não veio, reclamam do preço da energia elétrica. A energia elétrica não é cara, caro é não ter energia elétrica.

Os mesmos “analistas” previram o caos aéreo na Copa e inventaram o tal de #nãovaiterCopa e a Copa aconteceu, foi um sucesso e não houve caos aéreo.

Chamam de contabilidade criativa algo que significa a adesão ao padrão de contabilidade do FMI e ainda ficam brabos quando são chamados de catastrofistas.

Para finalizar a frase da nossa candidata em entrevista ao Jornal Nacional:

"Nós enfrentamos a crise, pela primeira vez no Brasil, não desempregando, não arrochando salários, não aumentando tributos – pelo contrário, diminuímos, reduzimos e desoneramos a folha, reduzimos a incidência de tributos sobre a cesta básica. Nós enfrentamos a crise também sem demitir"

Enfim, acho que era isso.


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